Ir direto para menu de acessibilidade.
Início do conteúdo da página

Desp 1.904 - 2010

Salvar em PDF

 

AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS

DESPACHO DO SUPERINTENDENTE Nº 1.904/2010 – DOU 14.12.2010

Em 13 de Dezembro de 2010

O SUPERINTENDENTE DE COMERCIALIZAÇÃO E MOVIMENTAÇÃO DE PETRÓLEO, SEUS DERIVADOS E GÁS NATURAL da AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS - ANP, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pela Portaria ANP nº 206, de 9 de setembro de 2004, em cumprimento ao art. 5º da Portaria ANP nº 170, de 26 de novembro de 1998, tendo em vista o constante do Processo ANP nº 48610.009639/2010-89, Considerando:

- as informações e o projeto apresentados pela empresa Oiltanking Terminais Ltda. à ANP, referentes a construção de 13 (treze) tanques e instalações complementares no seu Terminal Aquaviário de Vila Velha, para a movimentação e o armazenamento de produtos inflamáveis e combustíveis das Classes I a III, Biodiesel e Mistura Óleo Diesel/Biodiesel e Álcool Combustível, no Município de Vila Velha, Estado do Espírito Santo;

- a solicitação feita pela empresa Oiltanking Terminais Ltda., por intermédio da correspondências datadas de 02 de julho de 2010 e 08 de dezembro de 2010, para a obtenção de Autorização de Construção da ampliação do referido Terminal,

Resolve:

1. Publicar o Sumário do memorial descritivo do projeto pretendido, integralmente baseado nas informações e no projeto apresentados pela empresa Oiltanking Terminais Ltda. à ANP, que faz parte do anexo do presente despacho;

2. Indicar a "Superintendência de Comercialização e Movimentação de Petróleo, seus Derivados e Gás Natural" da ANP, com endereçamento à Av. Rio Branco, 65 - 17º andar, Centro, Rio de Janeiro, CEP 20.090-004, ou através do endereço eletrônico scm@anp.gov.br, para o encaminhamento, até 30 dias a partir da publicação, dos comentários e sugestões já referidos no caput do presente despacho;

3. Informar que a documentação apresentada pela empresa Oiltanking Terminais Ltda. continua em processo de análise pela ANP e que a publicação do presente despacho não implica autorização prévia concedida pela ANP.

JOSÉ CESÁRIO CECCHIANEXO

1- SUMÁRIO DO PROJETO

Consta do processo administrativo nº 48610.009639/2010-89 da oiltanking terminais ltda. a solicitação da autorização de construção de 13 (treze) tanques e instalações complementares no seu terminal aquaviário de vila velha, para a movimentação e o armazenamento de produtos inflamáveis e combustíveis das classes i a iii, biodiesel e mistura óleo diesel/biodiesel e álcool combustível, no município de vila velha, estado do espírito santo, acompanhada dos documentos necessários para o atendimento da Portaria ANP nº 170, de 26.11.1998 e Resolução Anp nº 30 de 26.10.2006.

2- DESCRIÇÃO DO SISTEMA

Tanques

Os tanques serão cilíndricos e verticais com teto fixo, domo auto-suportado com solda fragilizada, conforme API 650 ou fixo domo auto-suportado com película flutuante, construídos em chapas de aço carbono, também projetados conforme a Norma API 650.

O teto dos tanques será do tipo domo autoportante e terá chapas em forma de gomos, havendo um disco central. A solda fragilizada, da junção teto-costado, deverá ceder preferencialmente à solda da junção costado-fundo em caso de sobrepressão no tanque. Dessa forma, a solda do teto com a chapa de ligação deverá ser do tipo ângulo e ter espessura de 3 mm, com selagem de 2mm.

Haverá os seguintes bocais no teto dos tanques:

· 2 bocais para válvulas de pressão e vácuo;

· boca de visitas;

· um bocal para a fixação de uma válvula de emergência;

· chave de nível alto;

· escotilha de medição;

· transmissor de nível do tipo radar;

· transmissor de temperatura;

· bocal para injeção de nitrogênio;

· bocal para saída de nitrogênio;

· bocal reserva.

O costado será composto de chapas de aço carbono, todas soldadas em solda de topo. Para todos os bocais deverão ser consideradas chapas de reforço, conforme a API-650, 11ª edição.

Foram previstos os seguintes bocais de costado:

· 02 bocas de visita;

· Bocal de entrada de produtos;

· Bocal de saída de produtos;

· Bocal de sucção de baixa de produto;

· Bocal reserva;

· Bocal de dreno de fundo,

Bocal para câmara de espuma;

· Bocal para a válvula de alívio térmico da tubulação.

O fundo do tanque será também composto de chapas de aço carbono e terá declividade de 3% para o ponto localizado ao centro do tanque.

Cada tanque deve ter uma proteção anticorrosiva no interior (fundo e faixa 1,0m de costado próximo ao fundo) e na parte exterior.

Cada tanque estará equipado com os seguintes dispositivos de controle e segurança:

· Sensor tipo RADAR para medição de nível de produto (OTT fornecerá os equipamentos);

· Switch de alarme de nível muito alto;

· Sensor de temperatura tipo multiponto;

· Válvula de emergência (para tanques sem película);

· Válvula de alívio de pressão e vácuo (para tanques sem película).

Além disso, os tanques terão os sistemas fixos de combate de incêndio, com câmara de espuma e dois anéis de aspersores para resfriamento.

Os tanques indicados terão escadas helicoidais no costado, para possibilitar o acesso ao teto do tanque por operadores. Haverá passarelas entre tanques, sempre prevendo escape por duas rotas diferentes.

O arranjo dos tanques cumprirá com as distâncias mínimas de segurança entre os costados dos tanques, de acordo com a Norma NBR 17505:2006.

Tanto os tanques de soda como os tanques multiuso deverão ser projetados para a possibilidade de receber inflamáveis.

A tabela a seguir apresenta o resumo das características dos tanques da Fase 2.

Tag

Altura (m)

Diâmetro (m)

Capacidade Nominal (m³)

Produto

Teto

TQ-02-1001

19,20

8,40

1.000

Biodiesel

Domo/Fragil

TQ-02-1002

19,20

8,40

1.000

Etanol

Domo/Película

TQ-02-1003

19,20

8,40

1.000

Gasolina

Domo/Película

TQ-02-1004

19,20

8,40

1.000

Diesel

Domo/Fragil

TQ-02-1501

19,20

10,15

1.500

Diesel

Domo/Fragil

TQ-02-1502

19,20

10,15

1.500

Etanol

Domo/Película

TQ-02-2003

19,20

11,70

2.000

Multiuso

Domo/Fragil

TQ-02-3001

19,20

14,35

3.000

Gasolina

Domo/Película

TQ-02-3002

19,20

14,35

3.000

Soda

Domo/Fragil

TQ-02-4001

19,20

16,60

4.000

Diesel

Domo/Fragil

TQ-02-4002

19,20

16,60

4.000

Diesel

Domo/Fragil

TQ-02-4003

19,20

16,60

4.000

Multiuso

Domo/Fragil

TQ-02-5007

19,20

18,50

5.000

Soda

Domo/Fragil

Tubulações

O material a ser utilizado para o sistema de tubulações e válvulas de processo, de modo geral, será de aço carbono, com diâmetros compatíveis com a pressão e vazão do produto, soldadas do tipo topo, sendo que algumas tubulações serão em aço inox para facilitar a limpeza delas quando trocar de produto.

Todas as linhas deverão permitir a passagem de pigs de limpeza, porém serão construídas com curvas de raio longo e nas extremidades serão instalados flanges cegos para lançar e retirar os pigs.

Cada tanque terá uma tubulação ligada com válvula gaveta no bocal de enchimento/sucção, calculada para uma vazão de 500 m³/h, exceto as tubulação dos TQ-02-1001 e TQ-02-1002, que terão uma vazão de 300 m³/h, chegando até a Casa de Bombas 2 (CB2).

No caso dos tanques de soda cáustica, TQ-02-3002 e TQ-02-5007, essas tubulações serão em aço inox, sendo que para o resto dos tanques essas tubulações serão em aço carbono. Esses tanques para soda cáustica ainda serão interligados com a nova Casa de Bombas 4 (CB4), localizada fora da Bacia 2 em área próxima a esses tanques.

Será construída uma nova linha de 10", Sch10 em aço inox, espessura de parede 4,75 mm, para transferência do Terminal até o Cais de Atalaia. Cada extremidade dessa linha terá lançadora/recebedora de pigs.

Essa linha estará ligada a uma bomba na CB2 e terminará na plataforma do cais em duas conexões de 6" para ligação de mangotes. Para reduzir os riscos de derrames, a linha estará protegida com uma válvula de bloqueio tipo borboleta com atuador pneumático.

A linha de transferência para navios terá as características descritas na Tabela a seguir:

Tag

Diâm. (pol)

Produtos

Origem

Destino

Vazão m3/h

Temperatura de operação (ºC)

Pressão de Operação (kgf/cm²)

Linha 010

10

Químicos e derivados

Terminal Oiltanking

Píer de Atalaia

500

40

6,0

Plataforma Rodoviária de Carregamento

Será construída uma nova Plataforma de Carregamento Rodoviária 2 (PR2) na área do atual estacionamento de carros. Essa nova plataforma será utilizada para distribuição de combustíveis e terá 2 (duas) ilhas com um total de 4 (quatro) baias para caminhões tipo bi-trem.

A plataforma terá a seguinte distribuição de braços de carregamento top loading com raio de giro para operar nas 2 (duas) baias de cada ilha:

- 1 braço de Diesel Metropolitano com mistura de Biodiesel em cada ilha;

- 2 (sendo 1 futuro) braço de Diesel Interior com mistura de Biodiesel em cada ilha;

- 2 (sendo 1 futuro) braço de Gasolina com mistura de Álcool Anidro em cada ilha;

- 1 braço de Álcool Hidratado em cada ilha.

Os braços de Diesel terão conexão para mistura com Biodiesel e os de Gasolina terão conexão para mistura com Álcool Anidro. Cada braço estará equipado com medidor tipo turbina, "preset" eletrônico, válvula reguladora de vazão, sensor de temperatura RTD Pt100, filtro, PSV e válvula de bloqueio. Cada baia terá um monitor de aterramento inter-travando as bombas de despacho.

Os produtos para misturas deverão ter medidor de vazão, sensor de temperatura e válvula reguladora. O "preset" controlará a percentagem de mistura.

Cada ilha terá uma estrutura metálica com piso grade de aço galvanizado (Selmec ou similar) com acesso com escada desde cada extremidade, guarda corpo, corrimão, escadas pantográficas para acesso ao topo dos caminhões e cabo de vida.

A Plataforma Rodoviária terá sistema de "sprinklers" para proteção contra incêndio conforme norma ABNT e NFPA. Também se deverá considerar a instalação de estações de serviços (nitrogênio e água) e ducha com lava-olhos em cada ilha.

Sistema de Combate a Incêndio

O dimensionamento do sistema de combate a incêndio existente atende os quesitos da Norma NBR-17505-7:2006, e deverá ser verificado considerando a expansão da Fase 2.

A Bacia 2 contará com sistema de resfriamento por anel de aspersores, sendo considerado dois anéis por tanque. As válvulas de disparo dos sistemas de resfriamento e espuma dos novos tanques e dos "sprinklers" da Plataforma de Carregamento Rodoviária 2 (PR2) serão do modelo Bermad, atuadas com a pressão de rede de água de incêndio. Canhões monitores deverão ser considerados de modo a resfriar os costados dos tanques, posicionados a 15m ou mais do costado do tanque e posicionados de forma a que se possa atingir o costado e teto do tanque em chamas.

A espuma será aplicada nos tanques através de câmaras de espuma posicionadas nos costados, sendo uma por tanque. Para aplicação de espuma na bacia, bombonas de líquido gerador de espuma estarão disponíveis em cada abrigo de mangueiras, sendo possível a aplicação através das mangueiras ou canhões monitores.

O novo projeto do Sistema de Combate a Incêndio deverá incluir:

- Extensão da rede de hidrantes e canhões de espuma na área da Bacia 2;

- Proteção com "sprinklers" da Plataforma de Carregamento Rodoviária 2 (PR2);

- Alimentação de espuma para as câmaras dos novos tanques;

- Alimentação de água dos anéis de resfriamento dos novos tanques.

Bacia de Contenção dos Tanques

O piso da Bacia 2 será similar ao executado na Bacia 1, em concreto com espessura de 10 cm armada com tela de aço Telcon. O piso terá declividade até as caixas de válvulas, através de onde a drenagem da bacia será direcionada para a caixa separadora manualmente.

Os muros da Bacia 2 serão em concreto armado com 15 cm de espessura e a altura será a resultante conforme a memória de cálculo do volume de contenção requerido para os tanques.

A bacia terá divisões intermediárias para cada tanque conforme NBR-17505, com muretas de concreto de 45 cm de altura. Cada sub-bacia terá uma caixa de válvula para drenagem.

A nova bacia deverá ter escadas de acesso, sendo o número mínimo de 4, todas com guarda corpos e corrimãos em aço galvanizado pintado.

Drenagem Oleosa

Cada sub-bacia da Bacia 2 terá seu "sump"de drenagem interligado à rede de coleta de drenagem oleosa com uma válvula de bloqueio instalada em caixa de alvenaria e tampa de chapa de aço, localizada fora da bacia. A rede de coleta de drenagem oleosa será conduzida até o SAO-41 existente.

Rede de Coleta de "Slop"

Na área da Plataforma Rodoviária deverá ser construída uma cisterna com capacidade de 10 m³ para possíveis contribuições da plataforma, coletadas pela caneleta perimetral.

O resíduo das drenagens de tubulações, equipamentos e mangotes das casas de bombas deverão ser conduzidos até os dois tanques destinados para estocagem de "slop" de produto contaminado.

Eletricidade

O escopo das obras elétricas deverá incluir:

- Alimentação de força de bombas e outros equipamentos;

- Iluminação da Plataforma de Carregamento Rodoviária 2 (PR2) e casas de bombas;

- Iluminação viária;

- Aterramento de tanques e equipamentos;

- SPDA;

- Painéis do CCM para comando de bombas.

Instrumentação: Sistema de medição e automação da Plataforma Rodoviária

Cada braço estará equipado com medidor tipo turbina, "preset" eletrônico, válvula reguladora de vazão, sensor de temperatura RTD Pt100, filtro, PSV e válvula de bloqueio.

Os produtos para mistura (Biodiesel e Álcool Anidro) serão dosados na linha dos produtos base, porém serão instalados medidores de vazão, válvula reguladora e sensor de temperatura para componente de mistura, interligados ao "preset" que controlará a porcentagem de mistura.

Os "presets" estarão interligados com o PLC existente para comandar a partida das bombas de carregamento e com o Sistema Supervisório da Sala de Controle. De preferência, essa interligação será com fibra ótica.

Cada baia terá um monitor de aterramento intertravando as bombas de carregamento.

Instrumentação: Medidores de nível tipo RADAR, chave de HHL e transmissor de temperatura para cada tanque

Esses instrumentos se deverão interligar com o PLC e Sistema Supervisório existente.

Instrumentação: Supervisão de bombas e gavetas do CCM

O comando das novas bombas e o monitoramento das variáveis elétricas de suas gavetas de alimentação do CCM deverão ser integradas ao PLC e Sistema Supervisório existente.

Instrumentação: Automação do sistema de combate a incêndio dos tanques

As válvulas de disparo dos sistemas de resfriamento e espuma contra incêndio dos novos tanques deverão ser integradas ao PLC e Sistema Supervisório existente.

Instrumentação: Sistema de Parada de Emergência e Aviso de Incêndio

Deverão ser instalados 6 novos conjuntos de botoeiras de Parada de Emergência e de Aviso de Incêndio nas áreas da Bacia 2, PR 2 e CB4, todas interligadas com o PLC existente.

Utilidades

Deverão se distribuir estações de nitrogênio e água em pontos localizados na área dos tanques, casas de bombas, plataforma rodoviária e outras onde seja conveniente.

3- MEIO AMBIENTE

O Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos - IEMA, do Governo do Estado do Espírito Santo, concedeu ao empreendimento, em 03 de dezembro de 2010, a Licença de Instalação (Renovação) LI - GCA/SAIA/Nº 349/2010/CLASSE III, com validade de 1.460 dias, até o dia 03 de dezembro de 2014.

4- NORMAS

O projeto, construção e montagem levam em consideração as normas brasileiras e internacionais relativas a cada serviço, sendo que as principais são as seguintes:

ABNT:

NBR-6119 - Cálculo e execução de lajes mistas; - API 2000 - Venting Atmospheric and Pressure Storage Tanks: Non Refrigerated and Refrigerated.

NBR-17505-1 - Armazenagem de Líquidos Inflamáveis e Combustíveis - Parte 1:

Disposições Gerais (ABNT).

NBR-17505-2 - Armazenagem de Líquidos Inflamáveis e Combustíveis - Parte 2:

Armazenagem em tanques e em vasos (ABNT).

NBR-17505-3 - Armazenagem de Líquidos Inflamáveis e Combustíveis - Parte 3:

Sistemas de tubulações (ABNT).

NBR-17505-5 - Armazenagem de Líquidos Inflamáveis e Combustíveis - Parte 5:

Operações (ABNT).

NBR-17505-6 - Armazenagem de Líquidos Inflamáveis e Combustíveis - Parte 6:

Instalações e equipamentos elétricos (ABNT).

NBR-17505-7 - Armazenagem de Líquidos Inflamáveis e Combustíveis - Parte 7:

Proteção contra incêndio para parques de armazenamento com tanques estacionários (ABNT).

NBR-5418 - Instalações Elétricas em Ambientes com Líquidos, Gases e Vapores Inflamáveis (ABNT).

ASME

ASME B 31.3 - Petroleum Refinery Piping.

API

API 650 - Welded Steel Tanks for Oil Storage;

API 2000 - Venting Atmospheric and Low Pressure Storage Tanks.

NFPA

NFPA 11 - Low Expansion Foam Systems;

NFPA 15 - Standard for Water Spray Fixed Systems for Fire Protection;

NFPA 20 - Standard for Installation of Centrifugal Fire Pumps;

NFPA 30 - Flammable and Combustible Liquids Code.

5- CRONOGRAMA

Item

Atividade

Previsão Início

Previsão Fim

1

Projeto executivo

Abr/2010

Dez/2010

2

Construção Civil

Abr/2010

Mar/2011

3

Tanques e acessórios

Mai/2010

Abr/2011

4

Estruturas Metálicas

Jun/2010

Abr/2011

5

Tubulação

Abr/2010

Mai/2011

6

Instalações Elétricas

Jul/2010

Abr/2011

7

Instrumentação e Automação

Set/2010

Abr/2011

7

Serviços finais

Out/2010

Mai/2011

Fim do conteúdo da página