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PANP 123 - 2000

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AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS

PORTARIA ANP Nº 123, DE 18.7.2000 - DOU 19.7.2000

Estabelece o Regulamento Técnico do Programa Anual de Trabalho e Orçamento para os campos de Petróleo e Gás Natural, que dispõe sobre as questões relacionadas com o acompanhamento e fiscalização das atividades de produção, de acordo com o estabelecido na Seção V, art. 43, inciso III, da Lei nº 9.478, de 06 de agosto de 1997, definindo o conteúdo e estabelecendo procedimentos quanto à forma de sua apresentação.

O DIRETOR-GERAL da AGÊNCIA NACIONAL DE PETRÓLEO - ANP, em exercício, no uso de suas atribuições que lhe foram conferidas pela Portaria ANP nº 120, de 11 de julho de 2000, considerando o disposto no art. 43, inciso III, da Lei nº 9.478, de06 de agosto de 1997, e tendo em vista a Resolução de Diretoria nº 421, de 18 de julho de 2000, torna público o seguinte ato:

Art. 1º. Fica aprovado o Regulamento Técnico do Programa Anual de Trabalho e Orçamento para os campos de Petróleo e Gás Natural, anexo à presente Portaria, que dispõe sobre as questões relacionadas com o acompanhamento e fiscalização das atividades de produção, de acordo com o estabelecido na Seção V, art. 43, inciso III, da Lei nº 9.478, de 06 de agosto de 1997, definindo o conteúdo e estabelecendo procedimentos quanto à forma de sua apresentação.

Art. 2º. Fica o Concessionário obrigado a entregar à ANP, nos prazos estabelecidos contratualmente, o respectivo Programa Anual de Trabalho e Orçamento.

Art. 3º. O não cumprimento das disposições contidas na presente portaria implicará em aplicação das penalidades previstas na Lei nº 9.847, de 26 de outubro de 1999, e em legislação complementar.

Art. 4º. Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

LUIZ AUGUSTO HORTA NOGUEIRA

REGULAMENTO TÉCNICO DO PROGRAMA ANUAL DE TRABALHO E ORÇAMENTO - PAT

1. OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO

1.1 O presente Regulamento Técnico estabelece os procedimentos, os fundamentos e o conteúdo mínimo do Programa Anual de Trabalho e Orçamento de um campo petrolífero ou gaseífero, de que trata o Contrato de Concessão e define procedimentos para aprovação, execução e revisão do referido Programa.

1.2 O presente Regulamento Técnico aplica-se às Etapas de Desenvolvimento e Produção da Fase de Produção e aos poços submetidos a testes de longa duração durante a Fase de Exploração, devidamente aprovados pela ANP.

1.3 O Programa Anual de Trabalho e Orçamento deve ser preparado de acordo com as determinações deste Regulamento Técnico e conter informações, em abrangência e profundidade, suficientes para permitir à ANP avaliar a concordância do mesmo com o Plano de Desenvolvimento ou Plano de Desenvolvimento Complementar, aprovados para o campo ou, se for o caso, com a sua última revisão aprovada pela ANP.

2. DISPOSIÇÕES GERAIS

2.1 O Programa Anual de Trabalho e Orçamento consiste de três Planilhas e um Anexo, a serem preenchidos para cada campo, ou para cada um dos módulos do campo quando se tratar de desenvolvimento modular, a saber:

2.1.1 Planilha 1 - Cronograma de Atividades;

2.1.2 Planilha 2 - Orçamento;

2.1.3 Planilha 3 - Perfuração de Poços;

2.1.4 Anexo 1 - Informações Complementares.

2.2 Para cada atividade prevista para ocorrer num mesmo período, a Planilha 1 (Cronograma de Atividades) deve conter:

2.2.1 Os quantitativos físicos totais para o ano base do PAT;

2.2.2 Os quantitativos físicos das atividades a serem realizadas anualmente para os quatro anos seguintes;

2.2.3 A indicação de um “X” nas células correspondentes ao período de duração da atividade.

2.3 Os dados de Orçamento (bens e serviços) do PAT, a serem apresentados na Planilha 2 (Orçamento), expressos em milhares de reais, devem se referir a todos os eventos que ocorrerão no período considerado, a saber:

2.3.1 Os quantitativos orçamentários devem refletir o cronograma de investimento (regime de competência) previstos para a execução do desenvolvimento do campo e/ou aqueles previstos para a etapa de produção;

2.3.2 Os itens principais da Planilha 2 (numerados de I a XI) devem conter a totalidade dos investimentos (bens e serviços) previstos para cada uma das atividades ou componentes do sistema de produção definidos nos respectivos itens;

2.3.3 Para o primeiro ano informar os investimentos em bens e serviços a serem executados em cada trimestre e em todo o ano, e para os quatro anos subsequentes os investimentos totais a cada ano;

2.3.4 Para cada item discriminado na Planilha 2 deve ser informado o valor global dos investimentos previstos para aquisição dos bens e serviços, bem como o trimestre previsto para a sua efetivação (compra ou contratação).

2.4 Os investimentos e as atividades físicas de instalações compartilhadas por mais de um campo devem constar do Programa Anual de Trabalho e Orçamento do campo em que estas instalações utilizadas estão alocadas.

2.5 Devem ser discriminadas no Anexo 1 (Informações Complementares) as quantidades e o investimento total dos bens ou serviços que, quando individualmente considerados, tiverem valor superior a R$ 2 milhões.

2.6 Devem ser informados no Anexo 1 (Informações Complementares) os outros campos que compartilhem instalações com o campo.

2.7 As informações constantes do Anexo 1 referem-se a comentários sobre aspectos relevantes de cada um dos itens considerados.

2.8 Devem ser informadas no Anexo 1 (Informações Complementares) as atividades previstas no PAT que estiverem em desacordo (físico ou orçamentário) com as planejadas no Plano de Desenvolvimento do campo, atualizado e aprovado pela ANP, com suas respectivas justificativas.

2.9 Os investimentos relacionados com a Segurança Operacional e Proteção Ambiental devem ser informados em separado, conforme itens 13 e 14 deste Regulamento, mesmo que estejam dispersos nas diversas etapas do empreendimento.

2.10 As observações que não se enquadrarem nos itens de I a XI, definidos do Anexo 1, devem ser descritas no item XII - Observações Complementares.

3. DEFINIÇÕES

3.1 Plano de Desenvolvimento - documento preparado pelo Concessionário contendo o programa de trabalho e respectivo investimento necessário ao desenvolvimento de uma descoberta de petróleo ou gás natural na área da Concessão, nos termos do Contrato de Concessão.

3.2 Desenvolvimento Complementar - conjunto de operações e investimentos destinados a viabilizar as atividades de produção de um campo de petróleo ou gás, cuja concepção foi posterior ao desenvolvimento original do campo e cuja execução ocorrerá durante a Etapa de Produção.

3.3 Programa Anual de Produção - programa em que se discriminam as previsões de produção e movimentação de petróleo, gás natural, água e outros fluidos e resíduos oriundos do processo de produção de cada campo.

3.4 Programa Anual de Trabalho - conjunto de atividades a serem realizadas pelo Concessionário no decorrer de um ano civil qualquer.

3.5 Orçamento Anual - detalhamento dos investimentos a serem feitos pelo Concessionário na execução do respectivo Programa Anual de Trabalho, no decorrer de um ano civil qualquer.

3.6 Fase de Exploração - período de tempo definido para a exploração.

3.7 Fase de Produção - período de tempo definido para produção.

3.8 Etapa da Fase de Produção - Estágio em que se encontra um campo, ou seja, em Desenvolvimento, em Produção ou em Abandono.

3.9 Teste de longa duração - Testes de poços, realizados durante a Fase de Exploração, com a finalidade exclusiva de obtenção de dados e informações para conhecimento dos reservatórios, com tempo total de fluxo superior a 72 horas.

3.10 Sigla de um campo - Identificação simplificada do nome do campo, de acordo com cada Concessionário.

4. IDENTIFICAÇÃO DO CAMPO

4.1 Cada folha do Programa Anual de Trabalho e Orçamento deve ser numerada, datada e identificada com o nome e sigla do campo, o número do Contrato de Concessão, nome da companhia operadora, a indicação da Etapa da Fase de Produção em que se encontra o campo, bem como a indicação do município, por extenso, e da Unidade da Federação, por sigla, onde está localizado.

5. LEVANTAMENTO G&G

5.1 Indicar, na Planilha 1 (Cronograma de Atividades):

5.1.1 A existência de levantamentos sísmicos com vistas à caracterização de reservatórios e monitoramento de fluidos, indicando as áreas a serem cobertas, nos trimestres em que ocorrerem para o primeiro ano e para os anos seguintes;

5.1.2 A existência de atividades de processamento (relativos à computação e ao tratamento de dados sismográficos) e interpretação (relativos à trabalhos de integração e interpretação), separadamente;

5.1.3 A existência de outras atividades ligadas a levantamentos G&G;

5.2 Informar na Planilha 2 (Orçamento) a previsão dos investimentos correspondentes a estas atividades físicas.

5.3 Informar no Anexo 1 (Informações Complementares), a malha e o tempo de registro de cada levantamento e outras informações pertinentes.

6. ESTUDOS E PROJETOS

6.1 Estudos de Reservatório

6.1.1 Indicar na Planilha 1 (Cronograma de Atividades), o cronograma de realização de estudos de reservatórios, objetivando o desenvolvimento da produção, controle e avaliação do desempenho dos reservatórios, avaliação do potencial de produção e projetos de recuperação melhorada;

6.1.2 Informar, na Planilha 2 (Orçamento), os investimentos previstos a serem gastos nos estudos de reservatórios, em testemunhagens, testes de formação e análises de PVT.

6.2 Projetos do Sistema de Produção

6.2.1 Indicar na Planilha 1 (Cronograma de Atividades), o cronograma de realização de qualquer outro tipo de projeto de engenharia ligado ao desenvolvimento do campo;

6.2.2 Informar, na Planilha 2 (Orçamento), os investimentos previstos a serem gastos nestes projetos;

6.3 Informar no Anexo 1 (Informações Complementares), os aspectos relevantes ligados aos estudos de reservatórios ou aos projetos de engenharia.

7. PERFURAÇÃO

7.1 Informar, na Planilha 1 (Cronograma de Atividades), os quantitativos físicos dos poços a serem perfurados em cada trimestre e o respectivo cronograma, detalhando de acordo com as suas finalidades, a saber:

a) poço produtor (petróleo ou gás natural);

b) poço injetor (água, gás natural, vapor, CO2 ou N2);

c) outros (poços-guia, poços de captação ou descarte de água etc.).

7.2 Informar na Planilha 2 (Orçamento) os investimentos totais relativos à perfuração de poços, (preparo de locações, perfuração, revestimento e cimentação, perfilagens, teste de formação, testemunhagens, amostras laterais e outros), qualquer que seja sua finalidade.

7.3 Informar na Planilha 3 (Perfuração de Poços) a relação dos poços a serem perfurados somente durante o primeiro ano, de acordo com o detalhamento e instruções contidas na própria planilha.

7.4 Informar no Anexo 1 (Informações Complementares) os aspectos relevantes previstos em relação à perfuração dos poços, tais como perfuração de zonas críticas (camadas de sal, alta temperatura e alta pressão etc.), profundidades elevadas, características especiais de cimentação, poços especiais (radiais, multilaterais, horizontais e de longo alcance), poços delgados, perfuração com fluido aerado e utilização de fluidos especiais não considerados no Plano de Desenvolvimento.

8. COMPLETAÇÃO

8.1 Informar na Planilha 1 (Cronograma de Atividades) a quantidade total, e o respectivo cronograma, dos poços a serem completados e/ou recompletados.

8.2 Informar na Planilha 2 (Orçamento) o total dos investimentos previstos para as atividades de completação e recompletação de poços (acondicionamento do revestimento, correção de cimentação, canhoneio, instalação de coluna de produção/injeção e acessórios, árvore de natal, estimulação, operações com nitrogênio, operações com wire-line, pescarias, perfilagens etc.).

8.3 Discriminar no Anexo 1 (Informações Complementares) os aspectos relevantes previstos em relação à completação/recompletação dos poços, tais como completação múltipla, uso de métodos ou equipamentos especiais (gravel pack, coil tubing, registradores de fundo etc.), uso de fluidos especiais, árvores de natal com características especiais, reversão de poços e completações com características especiais.

9. ELEVAÇÃO ARTIFICIAL

9.1 Informar na Planilha 1 (Cronograma de Atividades) a quantidade total de poços, e o respectivo cronograma, para os quais existem a previsão de instalação de métodos de elevação artificial e/ou mudanças do método existente.

9.2 Informar na Planilha 2 (Orçamento) o total dos investimentos previstos para a instalação de métodos de elevação artificial em poços ou mudança de métodos existentes (elevação pelo gás, bombeio mecânico, bombeio centrífugo, bombeio hidráulico etc.).

9.3 Informar no Anexo 1 (Informações Complementares) os métodos de elevação artificial a serem utilizados, bem como aspectos relevantes sobre os métodos escolhidos.

10. SISTEMA DE COLETA DA PRODUÇÃO

10.1 Informar na Planilha 1 (Cronograma de Atividades) os quantitativos físicos do sistema de coleta de produção, desde os poços até as estações/plataformas coletoras, detalhados conforme os itens a seguir, sendo que o cronograma da atividade de cada item deve discriminar as etapas de construção, montagem e instalação:

a) linhas (surgência, elevação artificial, injeção, auxiliares, umbilicais etc.);

b) manifolds submarinos;

c) risers;

d) outros.

10.2 Informar na Planilha 2 (Orçamento) o total dos investimentos destinados ao sistema de coleta da produção, englobando todos os itens relativos aos quantitativos físicos do subitem anterior, incluindo gastos com eletrificação e automação.

10.3 No item “outros” devem ser informados os quantitativos físicos relativos a instalações não convencionais no sistema de coleta, tais como separadores submarinos, estações de bombeamento multifásico etc.

10.4 Informar no Anexo 1 (Informações Complementares) os aspectos relevantes sobre o sistema de coleta da produção, eletrificação e automação.

11. UNIDADES DE PRODUÇÃO

11.1 Unidades Marítimas

11.1.1 Informar na Planilha 1 (Cronograma de Atividades) os cronogramas de construção e montagem e o de instalação para cada uma das unidades de produção marítimas.

11.1.2 Informar na Planilha 2 (Orçamento) o total de investimentos previstos para a construção, montagem e instalação de cada uma das unidades de produção marítimas.

11.1.2.1 Quando não se tratar de projeto global, os investimentos em cada uma das unidades marítimas de produção deve ser detalhado conforme os seguintes itens:

a) Estrutura marítima;

b) Sistema de amarração e ancoragem;

c) Plantas de processo e utilidades;

d) Outros.

Obs.: Plantas de processo e utilidades - corresponde à implantação de todas as etapas do processamento dos fluidos (petróleo, gás natural e água), ou seja: sistema de separação, tratamento de petróleo, injeção de gás e água e compressão para elevação artificial, tratamento de gás natural (dessulfurização, desidratação etc.), tratamento de água para injeção, estações de vapor e demais utilidades.

11.1.3 Informar no Anexo 1 (Informações Complementares) os aspectos relevantes sobre a construção e instalação das unidades de produção marítimas.

11.2 Unidades Terrestres

11.2.1 Informar na Planilha 1 (Cronograma de Atividades) os cronogramas de construção e montagem e o de instalação para cada uma das unidades de produção terrestres.

11.2.2 Informar na Planilha 2 (Orçamento) o total de investimentos previstos para a instalação de cada uma das unidades de produção terrestres considerando, entre outros, obras civis, plantas de processo e utilidades.

11.2.3 Informar no Anexo 1 (Informações Complementares) os aspectos relevantes sobre a instalação das unidades de produção terrestres.

12. SISTEMA DE ESCOAMENTO DA PRODUÇÃO

12.1 Informar na Planilha 1 (Cronograma de Atividades) os cronogramas de fabricação, construção e instalação do sistema de escoamento da produção, discriminando de acordo com os seguintes itens:

a) Oleodutos;

b) Gasodutos;

c) Compressores;

d) Unidades de armazenamento (unidades flutuantes e tancagem terrestre);

e) Outros - refere-se a bombas, aquadutos, tancagem de água etc. e unidades móveis de escoamento.

12.2 Informar na Planilha 2 (Orçamento) o total dos investimentos previstos para o sistema de escoamento da produção de petróleo, gás natural e água, detalhado de acordo com a discriminação do subitem anterior.

12.3 Informar no Anexo 1 (Informações Complementares) os destinos dos produtos petróleo, condensado e gás natural, assim como outros aspectos relevantes sobre o sistema de escoamento e estocagem, no âmbito da concessão.

13. SEGURANÇA OPERACIONAL

13.1 Informar na Planilha 1 (Cronograma de Atividades) o cronograma de projetos voltados para segurança operacional.

13.2 Informar na Planilha 2 (Orçamento) todo o investimento, seja parte integrante de cada etapa do empreendimento ou como projetos especiais, a ser aplicado em instalações e equipamentos destinados à segurança operacional, cujo levantamento deve considerar os gastos em:

a) equipamentos de salvatagem;

b) proteção ativa e passiva de incêndio;

c) detecção de vazamentos de gás;

d) sistemas de prevenção a explosões;

e) equipamentos de resposta a vazamentos;

f) outros.

13.3 Informar no Anexo 1 (Informações Complementares) os aspectos relevantes sobre o sistema de segurança operacional.

14. PROTEÇÃO AMBIENTAL

14.1 Informar na Planilha 1 (Cronograma de Atividades) o cronograma de projetos voltados para proteção ambiental.

14.2 Informar na Planilha 2 (Orçamento) todo o investimento a ser aplicado em cada etapa do empreendimento e em projetos especiais, assim como em equipamentos destinados à proteção ambiental da área do campo, considerando os seguintes gastos:

a) tratamento e descarte de lamas, fluidos e cascalhos de perfuração;

b) tratamento de efluentes, resíduos e emissões;

c) descarte de água;

d) construção de diques, valetamento e outras barreiras;

e) prevenção de contaminação de aqüíferos e cursos d’água;

f) prevenção de danos aos ecossistemas sensíveis;

g) tratamento e disposição de borras e outros resíduos oleosos;

h) disposição de materiais com incrustações radioativas;

i) disposição de materiais tóxicos ou perigosos;

j) disposição/reciclagem de sucata;

k) planos e programas ambientais (mitigação dos danos, comunicação social, educação ambiental, respostas a emergências etc.);

l) programas de restauração e reabilitação de áreas e de compensação financeira;

m) outros.

14.3 Informar no Anexo 1 (Informações Complementares) os locais de disposição final dos resíduos oriundos do processo produtivo de cada campo e outros aspectos relevantes sobre o sistema de proteção ambiental.

15. DESATIVAÇÃO DO CAMPO

15.1 Apresentar na Planilha 1 (Cronograma de Atividades) os quantitativos físicos e o correspondente cronograma previstos para a desativação do campo, detalhando conforme os seguintes itens:

a) arrasamento e abandono de poços;

b) retirada de equipamentos;

c) recuperação de áreas;

d) outros.

15.2 Informar na Planilha 2 (Orçamento) o total de investimentos previstos para a desativação do campo, englobando todos os itens relativos aos quantitativos físicos do item anterior.

15.3 Informar no Anexo 1 (Informações Complementares) os aspectos relevantes sobre o abandono do campo.

16. REVISÕES REQUERIDAS

16.1 O Programa Anual de Trabalho e Orçamento deve ser revisto sempre que:

16.1.1 For aprovada, pela ANP, revisão do Plano de Desenvolvimento, desde que resulte em mudanças nas previsões das atividades programadas, de investimentos e nos cronogramas físicos programados;

16.1.2 Houver alterações na operação do campo, motivadas por aspectos técnicos, econômicos, caso fortuito ou força maior, resultando em mudanças nos investimentos e cronogramas físicos;

16.1.3 As revisões dos Programas de Trabalho e Orçamento só podem alterar os valores das previsões a partir do mês subseqüente ao da solicitação da revisão do PAT pelo concessionário, devendo ser mantidos, para aos meses anteriores a este, os valores anteriormente aprovados para o campo.

PLANILHA 1

PROGRAMA ANUAL DE TRABALHO E ORÇAMENTO - PAT

CRONOGRAMA DE ATIVIDADES

ANO:

NOME DO CAMPO

DATA DE EMISSÃO

SIGLA

MUNICÍPIO

Nº CONTRATO      

UF

CIA. OPERADORA

ETAPA

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES

Unid.

Quant.

Ano 1

Ano 2

Ano 3

Ano 4

Ano 5

1º Trim.

2º Trim.

3º Trim.

4º Trim.

I - Levantamento G&G

I.1 Aquisição Sísmica

I.2 Processamento

I.3 Interpretação

I.4 Outros

II - Estudos e Projetos

II.1 Estudos de Reservatório

um

II.2 Projetos do Sistema de Produção

um

III - Perfuração

III.1 Poço Produtor

um

III.2 Poço Injetor

um

III.3 Outros Poços

um

IV - Completação

um

V - Elevação Artificial

um

VI - Sistema de Coleta da Produção

VI.1 Linhas

km

VI.1.1 Construção

km

VI.1.2 Lançamento e Interligação

km

VI.2 Manifolds Submarinos

km

VI.2.1 Construção

km

VI.2.2 Instalação

km

VI.3 Risers

um

VI.3.1 Construção

um

VI.3.2 Lançamento e Interligação

um

VI.4 Outros

VI.4.1 Construção/fabricação

VI.4.2 Instalação/lançamento e Interligação

VII - Unidades de Produção

VII.1 - Unidades Marítimas

um

VII.1.1 Unidade A

um

VII.1.1.1 Construção e Montagem

um

VII.1.1.2 Instalação

um

VII.1.2 Unidade B

um

VII.1.2.1 Construção e Montagem

um

VII.1.2.2 Instalação

um

VII.2 - Unidades Terrestres

um

VII.2.1 Unidade A

um

VII.2.1.1 Construção e Montagem

um

VII.2.1.2 Instalação

um

VII.2.1 Unidade B

um

VII.2.1.1 Construção e Montagem

um

VII.2.1.2 Instalação

um

VIII - Sistema de Escoamento da Produção

VIII.1 Oleodutos

km

VIII.1.1 Fabricação

km

VIII.1.2 Instalação

km

VIII.2 Gasodutos

km

VIII.2.1 Fabricação

km

VIII.2.2 Instalação

km

VIII.3 Compressores

um

VIII.3.1 Fabricação

um

VIII.3.2 Instalação

um

VIII.4 Unidades de Armazenamento

um

VIII.4.1 Construção

um

VIII.4.2 Instalação

um

VIII.5 Outros

VIII.5.1 Fabricação

VIII.5.2 Instalação

IX - Segurança Operacional

X - Proteção Ambiental

XI - Desativação do Campo

XI.1 Arrasamento e Abandono de Poços

um

XI.2 Retirada de Equipamentos

XI.3 Recuperação de Áreas

km2

XI.4 Outros

Obs.: Incluir tantas linhas ou páginas quantas forem necessárias.

PLANILHA 2

PROGRAMA ANUAL DE TRABALHO E ORÇAMENTO - PAT

ORÇAMENTO

ANO:

NOME DO CAMPO

DATA DE EMISSÃO

SIGLA

MUNICÍPIO

Nº CONTRATO      

UF

CIA. OPERADORA

ETAPA

ATIVIDADES (103 R$)

Descrição das Atividades

Ano 1

Ano 2

Ano 3

Ano 4

Ano 5

Total do Item

1o  trim.

2o  trim.

3o  trim.

4o  trim.

Total

Valor

Data

I - Levantamento G&G

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

I.1 Aquisição Sísmica

0

0

0

0

0

0

0

0

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0

I.2 Processamento

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0

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0

0

0

0

0

I.3 Interpretação

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0

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0

I.4 Outros

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0

0

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0

0

0

0

0

0

II - Estudos e Projetos

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

II.1 Estudos de  Reservatório

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

II.2 Projetos do Sistema de Produção

0

0

0

0

0

0

0

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0

0

III - Perfuração

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0

0

0

0

0

0

0

0

IV - Completação

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0

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0

0

0

0

V - Elevação Artificial

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VI - Sistema de Coleta da Produção

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VI.1 Linhas

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VI.2 Manifolds Submarinos

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0

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0

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VI.3 Risers

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0

VI.4 Outros

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0

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0

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0

0

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0

VII - Unidades de Produção

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0

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0

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0

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VII.1 Unidades Marítimas

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VII.1.1 Unidade A

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VII.1.2 Unidade B

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VII.2 Unidades Terrestres

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VII.2.1 Unidade A

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0

VII.2.1 Unidade B

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0

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0

0

0

0

0

VIII - Sist. de Escoamento da Produção

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0

0

0

0

0

0

0

0

0

VIII.1 Oleodutos

0

0

0

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0

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0

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0

VIII.2 Gasodutos

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0

0

VIII.3 Compressores

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0

VIII.4 Unidades de Armazenamento

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VIII.5 Outros

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0

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0

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IX - Segurança Operacional

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0

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X - Proteção Ambiental

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0

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0

0

XI -  Desativação do Campo

0

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0

0

XI.1 Arrasamento e Abandono de Poços

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XI.2 Retirada de Equipamentos

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XI.3 Recuperação de áreas

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XI.4 Outros

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0

0

0

TOTAL

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0

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0

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PLANILHA 3

PROGRAMA ANUAL DE TRABALHO E ORÇAMENTO - PAT

PERFURAÇÃO DE POÇOS

ANO:

NOME DO CAMPO:

DATA DE EMISSÃO:

SIGLA:

MUNICÍPIO:

Nº CONTRATO:

UF:

CIA. OPERADORA:

ETAPA:

Número de ordem

Sigla ou prefixo

Coordenadas da cabeça do poço

Coordenadas do objetivo

Categoria

Tipo

Profundidade final (m)

Altimetria ou

Batimetria(m)

Coluna de

Produção

(pol)

Geográficas

Geográficas

vertical

perfurada

Obs.: Esta planilha refere-se aos poços a serem perfurados no primeiro ano.

a) número de ordem - número seqüencial, a partir de 001, que designa a ordem em que o poço será perfurado, no ano em questão.

b) sigla ou prefixo - identificação do poço, de acordo com o Regulamento Técnico de Codificação de Poços.

c) coordenadas da cabeça do poço - coordenadas geográficas em graus, minutos e segundos decimais, com quatro casas, referenciadas ao Datum SAD-69, que localizam o poço no campo.

d) coordenadas do objetivo principal - coordenadas geográficas, em graus, minutos e segundos decimais, com quatro casas, referenciadas ao Datum SAD-69, que localizam o objetivo no reservatório.

e) categoria - classificação do poço, quanto à categoria, de acordo com o Regulamento Técnico de Codificação de Poços.

f) tipo - classificação do poço, quanto ao tipo, de acordo com o Regulamento Técnico de Codificação de Poços.

g) profundidade final - profundidade em metros atingida pelo poço, tanto a vertical quanto a medida a partir da mesa rotativa.

h) altimetria ou batimetria - (lâmina d´agua da locação, em metros, no caso de locação marítima).

coluna de produção - diâmetro nominal da coluna de produção (polegadas).

ANEXO 1PROGRAMA ANUAL DE TRABALHO E ORÇAMENTO - PATINFORMAÇÕES COMPLEMENTARES

ANO:

NOME DO CAMPO:

DATA DE EMISSÃO:

SIGLA:

MUNICÍPIO:

Nº CONTRATO:

UF:

CIA. OPERADORA:

ETAPA:

I - Levantamento G&G

II - Estudos e Projetos

III - Perfuração

IV - Completação

V - Elevação Artificial

VI - Sistema de Coleta da Produção

VII - Unidades de Produção

VIII - Sistema de Escoamento da Produção

IX - Segurança Operacional

X - Proteção Ambiental

XI - Desativação do Campo

XII - Observações Complementares

Obs.: Incluir tantas linhas ou páginas quantas forem necessárias.

Fim do conteúdo da página