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PCGZA 140 - 2007

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PORTARIA CGZA Nº 140, DE 13.7.2007 - DOU 16.7.2007

Aprova o Zoneamento Agrícola para a cultura de mamona no Estado de Goiás, ano-safra 2007/2008.

O COORDENADOR-GERAL DE ZONEAMENTO AGROPECUÁRIO, SUBSTITUTO, no uso de suas atribuições e competências estabelecidas pelas Portarias nº 440, de 24 de outubro de 2005, publicada no Diário Oficial da União, de 25 de outubro de 2005, e nº 17, de 6 de janeiro de 2006, publicada no Diário Oficial da União, de 9 de janeiro de 2006, e observado, no que couber, o contido na Instrução Normativa nº 1, de 29 de agosto de 2006, da Secretaria de Política Agrícola, publicada no Diário Oficial da União, de 6 de setembro de 2006, resolve:

Art. 1º Aprovar o Zoneamento Agrícola para a cultura de mamona no Estado de Goiás, ano-safra 2007/2008, conforme anexo.

Art. 2º Esta Portaria tem vigência específica para o ano-safra definido no art. 1º e entra em vigor na data de sua publicação.

RONIR CARNEIRO

ANEXO1. NOTA TÉCNICA

O cultivo da mamona (Ricinus communis L.) é, ainda, pouco desenvolvido no Estado de Goiás. No entanto esta cultura é uma das opções para o fornecimento de matéria-prima para a produção de biodiesel no Estado.

Seu cultivo é indicado em áreas com altitude na faixa de 300 m a 1500 m acima do nível do mar, com temperatura média anual variando entre 20ºC a 30ºC. A mamoneira desenvolve-se e produz bem em vários tipos de solo, com exceção daqueles de textura muito argilosa, que apresentam deficiência de drenagem.

O Zoneamento Agrícola objetivou identificar os municípios do Estado de Goiás com condições climáticas favoráveis ao cultivo da mamoneira, bem como a indicação das épocas de plantio mais adequadas ao bom desempenho da cultura, em condições de baixo risco.

Para isso, fez-se uso dos seguintes critérios: temperatura média do ar variando entre 20ºC a 30ºC; precipitação igual ou superior a 500 mm no período chuvoso; e altitude entre 300 m e 1500 m.

A definição do risco climático e da época de plantio foi realizada por intermédio de um modelo de balanço hídrico da cultura, com a utilização os seguintes dados de entrada:

1) precipitação pluviométrica: obtidas das estações disponíveis na região com, no mínimo, 20 anos de dados diários;

2) evapotranspiração potencial estimada para períodos decendiais a partir das estações climatológicas disponíveis no Estado;

3) coeficiente da cultura (Kc) para cada fase, obtidos a partir da interpolação dos dados disponíveis na literatura;

4) ciclo das cultivares: utilizaram-se cultivares de ciclo médio, com porte médio de 1,7 m a 2,0 m de altura em condições de cultivo de sequeiro, de frutos semi-indeiscentes e de sementes grandes, com teor mínimo de óleo de 47%. Considerou-se um período crítico (floração/enchimento das bagas) de 100 dias, o qual está compreendido entre o 60º e 160º dia; e

5) disponibilidade máxima de água no solo – estimada em função da profundidade efetiva das raízes e da Capacidade de Água Disponível dos solos. Consideraram-se os solos Tipo 1 (textura arenosa), Tipo 2 (textura média) e Tipo 3 (textura argilosa), com capacidade de armazenamento de água de 20 mm, 50 mm e 70 mm, respectivamente.

Foram feitas simulações para nove períodos de plantio, espaçados de 10 dias, nos meses de outubro a dezembro.

O risco climático foi estabelecido a partir da análise freqüencial para obtenção de 80% dos Índices de Satisfação da Necessidade de Água – ISNA, definido como sendo a relação entre a evapotranspiração real (ETr) e a evapotranspiração máxima da cultura (ETm), obtidos durante 100 dias na fase de enchimento das bagas, ou seja, a partir do 60º dia até o 160º dia após plantio. Para efeito de diferenciação agroclimática, foram estabelecidas três classes de ISNAs:

a) ISNA ? 0,50 – Região agroclimática favorável, com baixo risco climático;

b) 0,40 < ISNA < 0,50 – Região agroclimática intermediária, com médio risco climático e;

c) ISNA ? 0,40 – Região agroclimática desfavorável, com alto risco climático.

Os ISNA's estimados para cada posto pluviométrico foram georeferenciados por meio da latitude e longitude, combinados com os limites ideais de temperatura média anual do ar e de altitudes. Os mapas temáticos e as tabelas que representam as épocas de plantio com menor risco climático para a cultura da mamona foram confeccionados mediante o uso de um sistema de informações geográficas.

A análise dos dados permitiu identificar que as datas de semeadura para as cultivares de ciclos médio foram diferentes para os dois tipos de solos recomendados.

Os Solos Tipo 1, de textura arenosa, não foram indicados para o plantio, por apresentarem baixa capacidade de retenção de água e alta probabilidade de quebra de rendimento das lavouras por ocorrência de déficit hídrico.

2. TIPOS DE SOLOS APTOS AO CULTIVO

O zoneamento agrícola de risco climático para o Estado do Goiás contempla como aptos ao cultivo da mamona os solos Tipos 2 e 3, especificados na Instrução Normativa nº 10, de 14 de junho de 2005, publicada no DOU de 16 de junho de 2005, Seção 1, página 12, alterada para Instrução Normativa nº 12, através de retificação publicada no DOU de 17 de junho de 2005, Seção 1, página 6, que apresentam as seguintes características: Tipo 2: solos com teor de argila entre 15 e 35% e menos de 70% de areia, com profundidade igual ou superior a 50 cm; e Tipo 3: a) solos com teor de argila maior que 35%, com profundidade igual ou superior a 50 cm; e b) solos com menos de 35% de argila e menos de 15% de areia (textura siltosa), com profundidade igual ou superior a 50 cm.

Critérios para profundidade de amostragem:

Na determinação da quantidade de argila e de areia existentes nos solos, visando o seu enquadramento nos diferentes tipos previstos no zoneamento de risco climático, recomenda-se que:

a) a amostragem de solos seja feita na camada de 0 a 50 cm de profundidade;

b) nos casos de solos com grandes diferenças de textura (por exemplo, arenoso/argiloso, argiloso/muito argiloso), dentro da camada de 0 a 50 cm, esta seja subdividida em tantas camadas quantas forem necessárias para determinar a quantidade de areia e argila em cada uma delas;

c) o enquadramento de solos com grandes diferenças de textura na camada de 0 a 50 cm, leve em conta a quantidade de argila e de areia existentes na subcamada de maior espessura;

d) as amostras sejam devidamente identificadas e encaminhadas a um laboratório de solos que garanta um padrão de qualidade nas análises realizadas.

Nota – áreas/solos não indicados para o plantio: áreas de preservação obrigatória, de acordo com o Código Florestal (Lei nº 4.771/1965); solos que apresentem teor de argila inferior a 10% nos primeiros 50 cm da camada de solo; solos que apresentem profundidade inferior a 50 cm; solos que se encontram em áreas com declividade superior a 45%; e solos muito pedregosos, isto é, solos nos quais calhaus e matacões (diâmetro superior a 2 mm) ocupam mais de 15% da massa e/ou da superfície do terreno.

3. TABELA DE PERÍODOS DE SEMEADURA

Períodos

1

2

3

4

5

6

7

8

9

10

11

12

Datas

1º a 10

11 a 20

21 a 31

1º a 10

11 a 20

21 a 29

1º a 10

11 a 20

21 a 31

1º a 10

11 a 20

21 a 30

Meses

Janeiro

Fevereiro

Março

Abril

Períodos

13

14

15

16

17

18

19

20

21

22

23

24

Datas

1º a 10

11 a 20

21 a 31

1º a 10

11 a 20

21 a 30

1º a 10

11 a 20

21 a 31

1º a 10

11 a 20

21 a 31

Meses

Maio

Junho

Julho

Agosto

Períodos

25

26

27

28

29

30

31

32

33

34

35

36

Datas

1º a 10

11 a 20

21 a 30

1º a 10

11 a 20

21 a 31

1º a 10

11 a 20

21 a 30

1º a 10

11 a 20

21 a 31

Meses

Setembro

Outubro

Novembro

Dezembro

4. CULTIVARES INDICADAS PELOS OBTENTORES/MANTENEDORES

Ciclo Médio: CATI – AL Guarany 2002; IAC – Guarani, IAC-226 e IAC-2028.Ciclo Tardio: IAC – IAC-80.

Nota: Devem ser utilizadas no plantio sementes produzidas em conformidade com a legislação brasileira sobre sementes e mudas (Lei nº 10.711, de 5 de agosto de 2003, e o Decreto nº 5.153, de 23 de agosto de 2004).

5. RELAÇÃO DOS MUNICÍPIOS APTOS AO CULTIVO E PERÍODOS INDICADOS PARA SEMEADURA

A relação de municípios do Estado de Goiás aptos ao cultivo de mamona, suprimidos todos os outros onde a cultura não é indicada, foi calcada em dados disponíveis por ocasião da sua elaboração. Se algum município mudou de nome ou foi criado um novo, em razão de emancipação de um daqueles da listagem abaixo, todas as indicações são idênticas às do município de origem, até que nova relação o inclua formalmente.

Em virtude da alta variabilidade espaço-temporal das chuvas no Estado, o plantio só deve ser realizado se, na data indicada pelo zoneamento, o solo apresentar umidade suficiente para a germinação e o desenvolvimento inicial das plantas.

A época de semeadura indicada para cada município não será prorrogada ou antecipada. No caso de ocorrer algum evento atípico que impeça a semeadura nas épocas indicadas, recomenda-se aos produtores não efetivarem a implantação da lavoura nesta safra.

MUNICÍPIOS

CICLOS: MÉDIO e TARDIO

SOLO TIPO 2

SOLO TIPO 3

PERÍODOS

Abadia de Goiás

28 a 36

28 a 36

Abadiânia

28 a 36

28 a 36

Acreúna

28 a 35

28 a 36

Adelândia

28 a 36

28 a 36

Água Fria de Goiás

28 a 35

28 a 36

Água Limpa

28 a 36

28 a 36

Águas Lindas de Goiás

28 a 36

28 a 36

Alexânia

28 a 36

28 a 36

Aloândia

28 a 36

28 a 36

Alto Horizonte

28 a 36

28 a 36

Alto Paraíso de Goiás

28 a 35

28 a 36

Alvorada do Norte

28 a 34

28 a 35

Amaralina

28 a 36

28 a 36

Americano do Brasil

28 a 36

28 a 36

Amorinópolis

28 a 35

28 a 36

Anápolis

28 a 36

28 a 36

Anhanguera

28 a 35

28 a 36

Anicuns

28 a 36

28 a 36

Aparecida de Goiânia

28 a 36

28 a 36

Aparecida do Rio Doce

28 a 36

28 a 36

Aporé

28 a 36

28 a 36

Araçu

28 a 36

28 a 36

Aragarças

28 a 36

28 a 36

Aragoiânia

28 a 36

28 a 36

Araguapaz

28 a 36

28 a 36

Arenópolis

28 a 35

28 a 36

Aruanã

28 a 35

28 a 36

Aurilândia

28 a 35

28 a 36

Avelinópolis

28 a 36

28 a 36

Baliza

28 a 35

28 a 36

Barro Alto

28 a 36

28 a 36

Bela Vista de Goiás

28 a 36

28 a 36

Bom Jardim de Goiás

28 a 35

28 a 36

Bom Jesus de Goiás

28 a 36

28 a 36

Bonfinópolis

28 a 36

28 a 36

Bonópolis

28 a 36

28 a 36

Brazabrantes

28 a 36

28 a 36

Britânia

28 a 35

28 a 36

Buriti Alegre

28 a 36

28 a 36

Buriti de Goiás

28 a 35

28 a 36

Buritinópolis

28 a 35

28 a 35

Cabeceiras

28 a 32

28 a 32

Cachoeira Alta

28 a 36

28 a 36

Cachoeira de Goiás

28 a 35

28 a 36

Cachoeira Dourada

28 a 36

28 a 36

Caçu

28 a 36

28 a 36

Caiapônia

28 a 36

28 a 36

Caldas Novas

28 a 36

28 a 36

Caldazinha

28 a 36

28 a 36

Campestre de Goiás

28 a 36

28 a 36

Campinaçu

28 a 36

28 a 36

Campinorte

28 a 36

28 a 36

Campo Alegre de Goiás

28 a 35

28 a 36

Campo Limpo de Goiás

28 a 36

28 a 36

Campos Belos

28 a 36

28 a 36

Campos Verdes

28 a 36

28 a 36

Carmo do Rio Verde

28 a 36

28 a 36

Castelândia

28 a 36

28 a 36

Catalão

28 a 35

28 a 36

Caturaí

28 a 36

28 a 36

Cavalcante

28 a 35

28 a 36

Ceres

28 a 35

28 a 36

Cezarina

28 a 36

28 a 36

Chapadão do Céu

28 a 36

28 a 36

Cidade Ocidental

28 a 36

28 a 36

Cocalzinho de Goiás

28 a 36

28 a 36

Colinas do Sul

28 a 35

28 a 36

Córrego do Ouro

28 a 35

28 a 36

Corumbá de Goiás

28 a 36

28 a 36

Corumbaíba

28 a 36

28 a 36

Cristalina

28 a 36

28 a 36

Cristianópolis

28 a 36

28 a 36

Crixás

28 a 36

28 a 36

Cromínia

28 a 36

28 a 36

Cumari

28 a 35

28 a 36

Damianópolis

28 a 35

28 a 35

Damolândia

28 a 36

28 a 36

Davinópolis

28 a 35

28 a 35

Diorama

28 a 35

28 a 36

Divinópolis de Goiás

28 a 35

28 a 36

Doverlândia

28 a 36

28 a 36

Edealina

28 a 36

28 a 36

Edéia

28 a 36

28 a 36

Estrela do Norte

28 a 36

28 a 36

Faina

28 a 36

28 a 36

Fazenda Nova

28 a 35

28 a 36

Firminópolis

28 a 36

28 a 36

Flores de Goiás

28 a 34

28 a 35

Formosa

28 a 32

28 a 33

Formoso

28 a 36

28 a 36

Gameleira de Goiás

28 a 36

28 a 36

Goianápolis

28 a 36

28 a 36

Goiandira

28 a 35

28 a 36

Goianésia

28 a 36

28 a 36

Goiânia

28 a 36

28 a 36

Goianira

28 a 36

28 a 36

Goiás

28 a 36

28 a 36

Goiatuba

28 a 36

28 a 36

Gouvelândia

28 a 36

28 a 36

Guapó

28 a 36

28 a 36

Guaraíta

28 a 36

28 a 36

Guarani de Goiás

28 a 35

28 a 35

Guarinos

28 a 36

28 a 36

Heitoraí

28 a 36

28 a 36

Hidrolândia

28 a 36

28 a 36

Hidrolina

28 a 36

28 a 36

Iaciara

28 a 35

28 a 35

Inaciolândia

28 a 36

28 a 36

Indiara

28 a 36

28 a 36

Inhumas

28 a 36

28 a 36

Ipameri

28 a 35

28 a 36

Ipiranga de Goiás

28 a 36

28 a 36

Iporá

28 a 35

28 a 36

Israelândia

28 a 35

28 a 36

Itaberaí

28 a 36

28 a 36

Itaguari

28 a 36

28 a 36

Itaguaru

28 a 36

28 a 36

Itajá

28 a 36

28 a 36

Itapaci

28 a 36

28 a 36

Itapirapuã

28 a 35

28 a 36

Itapuranga

28 a 36

28 a 36

Itarumã

28 a 36

28 a 36

Itauçu

28 a 36

28 a 36

Itumbiara

28 a 36

28 a 36

Ivolândia

28 a 36

28 a 36

Jandaia

28 a 35

28 a 36

Jaraguá

28 a 36

28 a 36

Jataí

28 a 36

28 a 36

Jaupaci

28 a 35

28 a 36

Jesúpolis

28 a 36

28 a 36

Joviânia

28 a 36

28 a 36

Jussara

28 a 35

28 a 36

Lagoa Santa

28 a 36

28 a 36

Leopoldo de Bulhões

28 a 36

28 a 36

Luziânia

28 a 36

28 a 36

Mairipotaba

28 a 36

28 a 36

Mambaí

28 a 35

28 a 35

Mara Rosa

28 a 36

28 a 36

Marzagão

28 a 36

28 a 36

Matrinchã

28 a 35

28 a 36

Maurilândia

28 a 36

28 a 36

Mimoso de Goiás

28 a 36

28 a 36

Minaçu

28 a 35

28 a 36

Mineiros

28 a 36

28 a 36

Moiporá

28 a 35

28 a 36

Monte Alegre de Goiás

28 a 36

28 a 36

Montes Claros de Goiás

28 a 35

28 a 36

Montividiu

28 a 36

28 a 36

Montividiu do Norte

28 a 35

28 a 36

Morrinhos

28 a 36

28 a 36

Morro Agudo de Goiás

28 a 36

28 a 36

Mossâmedes

28 a 36

28 a 36

Mozarlândia

28 a 36

28 a 36

Mundo Novo

28 a 36

28 a 36

Mutunópolis

28 a 36

28 a 36

Nazário

28 a 36

28 a 36

Nerópolis

28 a 36

28 a 36

Niquelândia

28 a 35

28 a 36

Nova América

28 a 36

28 a 36

Nova Aurora

28 a 35

28 a 36

Nova Crixás

28 a 36

28 a 36

Nova Glória

28 a 36

28 a 36

Nova Iguaçu de Goiás

28 a 36

28 a 36

Nova Roma

28 a 35

28 a 36

Nova Veneza

28 a 36

28 a 36

Novo Brasil

28 a 35

28 a 36

Novo Gama

28 a 36

28 a 36

Novo Planalto

28 a 36

28 a 36

Orizona

28 a 36

28 a 36

Ouro Verde de Goiás

28 a 36

28 a 36

Ouvidor

28 a 35

28 a 35

Padre Bernardo

28 a 36

28 a 36

Palestina de Goiás

28 a 36

28 a 36

Palmeiras de Goiás

28 a 36

28 a 36

Palmelo

28 a 36

28 a 36

Palminópolis

28 a 36

28 a 36

Panamá

28 a 36

28 a 36

Paranaiguara

28 a 35

28 a 36

Paraúna

28 a 36

28 a 36

Perolândia

28 a 36

28 a 36

Petrolina de Goiás

28 a 36

28 a 36

Pilar de Goiás

28 a 36

28 a 36

Piracanjuba

28 a 36

28 a 36

Piranhas

28 a 35

28 a 36

Pirenópolis

28 a 36

28 a 36

Pires do Rio

28 a 36

28 a 36

Planaltina

28 a 36

28 a 36

Pontalina

28 a 36

28 a 36

Porangatu

28 a 36

28 a 36

Porteirão

28 a 36

28 a 36

Portelândia

28 a 36

28 a 36

Posse

28 a 35

28 a 35

Professor Jamil

28 a 36

28 a 36

Quirinópolis

28 a 36

28 a 36

Rialma

28 a 35

28 a 36

Rianápolis

28 a 36

28 a 36

Rio Quente

28 a 36

28 a 36

Rio Verde

28 a 36

28 a 36

Rubiataba

28 a 36

28 a 36

Sanclerlândia

28 a 36

28 a 36

Santa Bárbara de Goiás

28 a 36

28 a 36

Santa Cruz de Goiás

28 a 36

28 a 36

Santa Fé de Goiás

28 a 35

28 a 36

Santa Helena de Goiás

28 a 36

28 a 36

Santa Isabel

28 a 36

28 a 36

Santa Rita do Araguaia

28 a 36

28 a 36

Santa Rita do Novo Destino

28 a 36

28 a 36

Santa Rosa de Goiás

28 a 36

28 a 36

Santa Tereza de Goiás

28 a 36

28 a 36

Santa Terezinha de Goiás

28 a 36

28 a 36

Santo Antônio da Barra

28 a 35

28 a 36

Santo Antônio de Goiás

28 a 36

28 a 36

Santo Antônio do Descoberto

28 a 36

28 a 36

São Domingos

28 a 35

28 a 36

São Francisco de Goiás

28 a 36

28 a 36

São João d'Aliança

28 a 35

28 a 35

São João da Paraúna

28 a 35

28 a 36

São Luís de Montes Belos

28 a 36

28 a 36

São Luíz do Norte

28 a 36

28 a 36

São Miguel do Araguaia

28 a 36

28 a 36

São Miguel do Passa Quatro

28 a 36

28 a 36

São Patrício

28 a 36

28 a 36

São Simão

28 a 35

28 a 36

Senador Canedo

28 a 36

28 a 36

Serranópolis

28 a 36

28 a 36

Silvânia

28 a 36

28 a 36

Simolândia

28 a 34

28 a 35

Sítio d'Abadia

28 a 34

28 a 35

Taquaral de Goiás

28 a 36

28 a 36

Teresina de Goiás

28 a 35

28 a 36

Terezópolis de Goiás

28 a 36

28 a 36

Três Ranchos

28 a 35

28 a 35

Trindade

28 a 36

28 a 36

Trombas

28 a 35

28 a 36

Turvânia

28 a 36

28 a 36

Turvelândia

28 a 36

28 a 36

Uirapuru

28 a 36

28 a 36

Uruaçu

28 a 36

28 a 36

Uruana

28 a 36

28 a 36

Urutaí

28 a 36

28 a 36

Valparaíso de Goiás

28 a 36

28 a 36

Varjão

28 a 36

28 a 36

Vianópolis

28 a 36

28 a 36

Vicentinópolis

28 a 36

28 a 36

Vila Boa

28 a 32

28 a 33

Vila Propício

28 a 36

28 a 36

Nota: Informações complementares sobre as características agronômicas, região de adaptação e reação a fatores adversos das cultivares de mamona indicadas, estão especificadas e disponibilizadas na Coordenação-Geral de Zoneamento Agropecuário, localizada na Esplanada dos Ministérios, Bloco D, 6º andar, sala 646, CEP 70043-900 – Brasília – DF e no endereço eletrônico http://www.agricultura.gov.brwww.agricultura.gov.br.

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